MARABÁ, SUDESTE DO PARÁ – O desaparecimento de Edmilson Sousa dos Santos, de 60 anos, morador do bairro Km 7, no núcleo Nova Marabá, em Marabá, segue sem respostas e já ultrapassa uma semana. Segundo familiares, ele não é visto desde o dia 29 de março de 2026, o que tem gerado angústia e mobilização nas redes sociais em busca de informações.
O caso ganhou ainda mais repercussão após a localização de um veículo pertencente a Edmilson, completamente destruído pelo fogo. O automóvel foi encontrado na noite do dia 30 de março, em uma estrada vicinal da Vila Landi, nas proximidades da BR-230, no município de São João do Araguaia.
Apesar do estado do carro, nenhum corpo ou vestígio de vítima foi localizado no interior do veículo ou nas áreas próximas. A situação levantou dúvidas sobre o que realmente teria acontecido com o proprietário.
Após a identificação, equipes foram até a residência de Edmilson, em Marabá. No local, a casa estava fechada, embora apresentasse sinais de uso recente. Durante buscas autorizadas, ninguém foi encontrado no imóvel.
No interior da residência, os policiais localizaram, sobre uma cama, uma pistola Taurus TS9, acompanhada de carregador e 10 munições calibre 9 milímetros. Também foram apreendidos o documento da arma, uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e um documento funcional da Polícia Militar com indícios de falsificação, todos em nome de Edmilson, além de um porta-algema contendo uma algema.
De acordo com relatos de um vizinho e sócio, a última vez que ele foi visto ocorreu na manhã do dia 29 de março, quando teria se envolvido em uma discussão em frente à própria casa. A motivação, segundo o relato, estaria relacionada a um suposto relacionamento extraconjugal.
Enquanto a Polícia Civil investiga o caso, familiares seguem desesperados em busca de respostas. Em publicações nas redes sociais, a filha de Edmilson pede ajuda para localizar o pai e solicita que qualquer informação seja repassada. Informações sobre o paradeiro de Edmilson podem ser comunicadas pelo telefone (94) 99661-0306 ou pelo número 181, que recebe denúncias anônimas. (Portal Debate)


