Delegado-geral revela motivação para assassinato de garota no interior do Pará

Delegado Geral de Polícia Civil, Walter Resende, conversou com a imprensa sobre as investigações em Anajás, no Arquipélago do Marajó
Delegado Walter Resende - Crédito: Redes sociais

ANAJÁS, ILHA DO MARAJÓ – O assassinato da menina Amanda Julie Ribeiro Sobrinho, 10 anos, com requintes de crueldade, segue chocando a sociedade do Estado do Pará. A criança, foi encontrada morta, na tarde do último sábado (11), embaixo de um trapiche, as margens do Rio Anajás, no Arquipélago do Marajó.

Na tarde desta segunda-feira (13), dois acusados de participarem do assassinato da menina, chegaram a Belém para serem interrogados pela Polícia Civil: 1 adolescente, 16 anos, e o irmão dela, Jobson da Silva, que não teve a idade revelada.

O delegado da Polícia Civil, Walter Resende, em coletiva de imprensa, contou que as investigações do crime seguem duas vertentes. A primeira, é do envolvimento do pai de Amanda Sobrinho, Anderclei Sobrinho, com o traficante Josuel dos Santos (mandante do crime e morto em confronto com a polícia).

A segunda linha de investigação segue no rumo de que Amanda teria se envolvido em uma briga com uma pessoa parente do traficante, dias antes desaparecer. A Polícia conseguiu capturar Jobson da Silva Miranda, vulgo “Loirinho”, que teria confessado participação na morte da criança.

Segundo Resende, a polícia recebeu o vídeo de uma briga em que Amanda Sobrinho estava envolvida, e assim começaram a trabalhar também com essa linha de investigação. Os suspeitos, serão interrogados para tentar identificar se houve participação de outras pessoas no assassinato da criança. (Portal Debate, com Roma News)

Um dos envolvidos na morte de Amanda após chegar no presídio
“Loirinho” – Crédito: Reprodução

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