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Consumidores relatam alívio no bolso com uso de energia solar

Diversos imóveis já utilizam o serviço em todo o estado do Pará
Foto: Ilustração
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O consumo de energia solar no Brasil, inesgotável e limpa, anda fazendo grande uma diferença na conta de luz. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar ), a geração distribuída no país desponta em um crescimento vertiginoso e ultrapassou mais de 5 GW de potência operacional.

De acordo com a Absolar, são 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos em todas as regiões e estados do país, embora o uso da nova tecnologia no estado do Pará ainda esteja engatinhando, o consumo da energia solar em Marabá vem crescendo bastante nos últimos anos. Na Terra de Francisco Coelho, já existem dezenas de empresas prestadoras de serviços atuando na cidade.

Segundo Orizon Ferreira do Carmo junior, conhecido como “Goianinho”, consultor da empresa Nacional Energy – Energia Solar, com sede na Rua Sol Poente, Nº 2261, bairro Cidade Nova, em Marabá, o dono de empresa, comércio, fazenda, chácara ou residência economiza bastante na conta mensal de energia, ao passar usar o sistema de placa solar e ainda ajuda a preservar o meio ambiente. Os relatos de consumidores satisfeitos com a instalação de placas solares, pela redução de gastos, são inúmeros.

“Cada sistema instalado de tecnologia fotovoltaica pode distribuir energia para até três unidades consumidoras, caso as placas solares instaladas sejam compatíveis, a pessoa abastece a empresa, a própria residência e mais uma unidade consumidora”, esclarece Goianinho. Nos últimos anos, os imóveis com placas solares podem ser avistados ao longe em Marabá.

Se o painel instalado produzir energia em excesso, o proprietário pode armazená-la e negociar para abater em futuros gastos extras. A forma de pagamento do projeto poderá ser feita a vista ou financiada por um banco. “Caso a pessoa opte em financiar o projeto em um banco, os juros são baixos, nunca atingem o valor da conta mensal de energia e, em poucos anos, o cidadão deixa de ter gastos com energia em sua propriedade”, afirma Orizon Ferreira.

Empresa onde “Goianinho” trabalha é sucesso de venda de placa solar – Crédito: Arquivo pessoal

O agronegócio é um dos setores que mais utiliza a eletricidade para manter a produção dos seus manejos agrícolas, seja nos aviários, na suinocultura, na pecuária, na irrigação da lavoura, na produção leiteira e até mesmo para o consumo próprio do pequeno, médio e grande produtor rural. “Goianinho” afirma que em poucos anos a pessoa se livra dos constantes aumentos abusivos na conta de luz.

Nas fazendas, além de abastecer a sede da propriedade rural, a energia pode mover ainda bombas de água  que funciona a diesel para irrigação de lavouras e energizar a cerca elétrica para o manejo dos animais, através do sistema fotovoltaico, que capta a luz do sol e transforma em energia elétrica.

O estado com a maior capacidade instalada no Brasil, Minas Gerais, produz com 456,5 MW de energia  solar. Em segundo lugar, surge o Rio Grande do Sul, com uma capacidade instalada de 348,2 MW de potência. Em terceiro aparece São Paulo (297,2 MW), seguido de Paraná (214,4 MW) e Mato Grosso (147,9 MW). No entanto, a região Norte possui um forte potencial natural na produção de energia solar. (Pedro Souza/Portal Debate Carajás)

Crédito: Reprodução

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