Comandante da PM é exonerado por rifar pistola no interior do Pará

A Polícia Militar informou em nota que a Corregedoria Geral da corporação instaurou um inquérito para investigar o caso
Foto: Portal Debate

O comandante do 9º Batalhão do município de Breves, no Marajó, foi exonerado na manhã desta sexta-feira (4) por rifar uma pistola para ajudar na construção de alojamento.

A Polícia Militar informou em nota que a Corregedoria Geral da corporação instaurou um inquérito para investigar o caso.

Investigação

Após a repercussão do caso, o promotor de Justiça Militar, Armando Brasil, informou que vai instaurar um inquérito policial para apurar o caso.

Segundo o promotor, o estatuto do desarmamento proíbe esse tipo de conduta. “Arma no Brasil só pode ser comercializada no Brasil por pessoa jurídica autorizada pelos órgãos competente como exército e Polícia Federal”, afirmou.

Relembre o caso

O Grupamento Tático Operacional (GTO) e a Rondas Ostensivas Com Apoio de Motociletas (ROCAM) da Polícia Militar no município de Breves, na Ilha do Marajó, estariam supostamente rifando uma arma para ajudar na construção de alojamentos.

Segundo um anúncio compartilhado nas redes sociais e grupos de mensagens, ao comprar o bilhete, no valor de R$ 10, a pessoa concorre a uma pistola G2C .40 ou um pix no valor de R$ 5 mil. Os compradores, de acordo com a descrição, estarão “ajudando a construir o alojamento e pátio de formatura da instituição”. (Com informações do Roma News)

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