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Clauber Martins, de Marabá, vence etapa regional do Fecant

“É uma emoção muito grande, cada festival é uma experiência diferente. Agradeço sempre a cada festival”, comemorou Clauber Martins
Fotos: Divulgação
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A canção “Brasil Baião”, do cantor e compositor Clauber Martins, de Marabá, venceu o Fecant Regional, concurso de composições inéditas de autores da região da Transamazônica do VII Festival Canção da Transamazônica (Fecant), na noite de sexta-feira (19), em Altamira. Ele levou para casa o troféu e o prêmio de R$ 7 mil.

O evento aconteceu na Casa da Memória com distribuição gratuita de ingressos e transmissão ao vivo pela TV Record local e pelo canal do Festival Canção da Transamazônica no YouTube.

“É uma emoção muito grande, cada festival é uma experiência diferente. Agradeço sempre a cada festival”, comemorou Clauber Martins no palco do Fecant, logo após o anúncio do resultado. Ele agradeceu à mãe que está no Maranhão e, segundo ele, estava “orando” pelo sucesso do filho, assim como agradeceu às pessoas que viajaram daquele estado para assistir à apresentação em Altamira, bem como às pessoas que os acolheram na cidade.

Ele interpretou a própria canção no festival, disputando com outros 14 concorrentes. Em 2020, Clauber conquistou o 1º lugar e o Prêmio Átila Milhomen no VI Fecant. “Desejo que o Fecant tenha muitas edições e que continue revelando talentos”, finalizou.

Em segundo lugar ficou a canção “Acabou”, de Élis Lourenço, de Altamira, que também interpretou a música dela. Élis recebeu um troféu e o prêmio de R$ 5 mil. “Eu tô muito feliz, tô muito emocionada. Quero agradecer demais à Joelma Klaudia (organizadora), ao patrocinador (Norte Energia) e a todos que realizam esse evento incrível”.

O júri oficial do Fecant escolheu como Melhor Intérprete Wani Oliver, que apresentou “Antologia Paraense”, composição de Agmael Lima, de Marabá. “Não tem coisa melhor do que ganhar como melhor intérprete”, comemorou.

Já a Melhor Letra da noite foi “Quando os pássaros se calarem”, de MC Soza, de Altamira, que também defendeu a própria música no Fecant. “Eu não tô acreditando (na premiação). Tô muito orgulhoso de estar aqui representando o rap de Altamira”, declarou. Vâni e Soza ganharam troféus e prêmios de R$ 1.500 cada um.

Antes do anúncio do resultado oficial, o festival contou com o show do duo formado pelos cantores Ney.com e Jéssica Lins.

Fecant Nacional

No sábado (20), mais 15 canções inéditas selecionadas de outras partes do Pará e do Brasil participaram do Fecant Nacional.

Com a música “Meu Zambelê”, do compositor Toni Édson, a cantora Mel Nascimento, de Maceió (AL), conquistou o 1º lugar do Fecant Nacional, rodada de compositores de outras regiões do Pará e do Brasil.

Mel Nascimento levantou o público do festival com uma faixa baseada no samba, que evolui com elementos da música afro, como batuques e maracatu, até chegar ao rock, e traz letra alusiva às raízes culturais africanas. A música foi escolhida pelo júri oficial do Fecant e levou o troféu e o maior prêmio do festival: R$ 9 mil. “Tô muito feliz. Sou da terra de Zumbi dos Palmares. Dandara é a minha consciência”, comemorou no palco ao receber o troféu.

“Meu Zambelê” foi gravado por Mel Nascimento no segundo álbum dela, intitulado “Força de Mulher”. O compositor da música é o professor, ator e contador de histórias Toni Édson. “Ele é um negro firme que estava apaixonado quando escreveu a canção”, conta Mel. “Estou de alma lavada. É a primeira vez que estou saindo pra circular com esse trabalho. Cantar para um público que não conheço foi um desafio, mas fui muito colhida nessa terra linda”, comemorou a cantora.

O 2º lugar do festival, que ganhou R$ 6 mil, foi da música “Documento”, de Marcelo Sirotheau e Milton Santos Filho, de Belém, interpretada por Renata Del Pinho. E o 3º lugar, que ganhou R$ 5 mil, foi de “Arani”, canção de Davi Amorim e Dudu Neves, de Belém, interpretada por Rogério Brito.]

O prêmio de melhor intérprete, no valor de R$ 1.500, foi para Ronald Saar, do Rio de Janeiro, que cantou a música “Arara Azul”, de Robertho Ázis, também do Rio. E o prêmio de melhor letra, no valor de R$ 1.500, foi para “Lendas do Preamar”, de Pedro Vianna, de Belém, que foi cantada por Grah Podanosk.

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