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‘Chefão’ de facção criminosa é morto durante ação da PM no Pará

"Didi", como era conhecido no mundo do crime, morreu após trocar tiros com policiais. | Reprodução
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Um criminoso que gostava de ostentar e estava sempre ao lado de um fuzil. Altamente procurado pela polícia e até mesmo por criminosos rivais. Esse era o perfil de um dos mais temidos bandidos da região oeste paraense. A atuação de “Didi”, como era conhecido no mundo do crime, Dieliton Rodrigues Pantoja, de 30 anos, chegou ao fim.

Dieliton foi morto na manhã desta terça-feira (20), após trocar tiros com a Polícia Militar, em um rio de Igarapé-Miri, município do nordeste paraense. Na ação, como de costume, ele segurava um fuzil.

“Didi” era conhecido por tocar o terror na região. Ele estava foragido do Sistema Penal desde o dia 21 de abril de 2019 e era conhecido por formar uma milícia responsável por homicídios, latrocínios e tráfico de drogas.

Didi: o ex-CV que estaria envolvido em morte de jovem

Dieliton seria um ex-membro da facção Comando Vermelho. Ele começou a vida criminosa muito jovem, integrando o bando do “Rola-Papo” rival do bando da “Matinha” e “Cinco-Bocas”, em Igarapé-Miri, responsável na década passada por uma onda de assassinatos na cidade que renderam a prisão dele em 2018, até fugir do Sistema Penal.

Execução de jovem

“Didi” também estaria envolvido na morte da jovem identificada como Adriana Miranda, de 21 anos. O corpo dela foi encontrado em uma área de mata em Igarapé-Miri.

A brutalidade do caso foi tamanha que o corpo estava concretado no chão. A vítima foi executada a tiros por homens que faziam parte do Comando Vermelho na região.

A morte de Adriana foi gravada pelos criminosos. Nas imagens, a mulher aparece sendo interrogada sobre o paradeiro de Dieliton Rodrigues, o “Didi”, que aparece em uma imagem de celular. Após o interrogatório,  a vítima foi baleada à queima-roupa.

O corpo de Didi foi retirado do rio e em seguida levado em uma viatura da polícia pelas ruas da cidade. As imagens são fortes e para alguns moradores parecer que a morte foi um alívio.

Crédito: Portal Tailândia

Fonte: DOL

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