No início da noite desta sexta-feira (3), os indivíduos Marlon Alves e Alan Alves morreram após confronto com a polícia em Marabá.

Ambos eram irmãos e, de acordo com a Polícia Civil, foram os algozes da ativista Dilma Silva, coordenadora regional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), seu marido e outras quatro pessoas, crime que ficou conhecido como “Chacina de Baião”, em março deste ano.

Dilma Silva entregou, em 2011, pedido de atenção a atingidos por barragens à então presidente Dilma Rousseff (Foto/Reprodução/MAB)

A ação

O esconderijo dos assassinos foi descoberto pela inteligência da Polícia Civil, que cercou a casa e deu voz de prisão aos acusados.

Contudo, armados, os irmãos reagiram à ação policial e efetuaram disparos de arma de fogo na direção dos agentes, que revidaram a agressão.

Feridos, os acusados ainda foram socorridos pelos policiais, mas morreram no deslocamento para o Hospital Municipal. Nenhum policial foi ferido na ação.

Saiba mais

A chacina ocorreu no dia 22 de março de 2019. Dos sete envolvidos nesse crime, quatro foram presos, dois morreram em confronto com a polícia e um segue foragido.