Em um episódio que chocou o país, o candidato à presidência do Equador, Fernando Villavicencio, foi morto a tiros durante um encontro político na cidade de Quito, nesta quarta-feira (9). O assassinato ocorreu em plena luz do dia e ganhou repercussão internacional devido à brutalidade do ato. De acordo com informações da imprensa global, Villavicencio foi alvo de três tiros na cabeça.
Fernando Villavicencio, uma figura pública em ascensão, estava ganhando notoriedade nas pesquisas de intenção de voto, alcançando a quinta posição entre os candidatos, conforme relatado pelo jornal “El Universo”. Sua campanha política estava ganhando força e prometia uma disputa acirrada. No entanto, sua promissora trajetória foi interrompida de forma trágica e violenta.
As autoridades de segurança pública já iniciaram uma investigação para determinar as motivações por trás desse assassinato chocante. Vídeos circulando nas redes sociais mostram o momento em que Villavicencio entra em seu carro, cercado por policiais, e é executado à vista de seus apoiadores, que aguardavam ansiosamente o início de um encontro de campanha. O ataque causou pânico e correria entre os presentes.
A equipe do candidato confirmou a morte do político, e até mesmo o perfil oficial de Villavicencio no Instagram publicou vídeos que documentaram o terrível atentado. O trágico incidente aconteceu apenas um dia após a divulgação de uma pesquisa que reforçava sua posição como um dos principais concorrentes na corrida presidencial.
O presidente em exercício, Guillermo Lasso, reagiu com indignação diante da notícia do assassinato e prometeu ação imediata. Em uma postagem nas redes sociais, Lasso declarou que o gabinete de segurança do país se reuniria para discutir o crime hediondo. Ele enfatizou a importância de responsabilizar os perpetradores e reforçou o compromisso de seu governo em combater o crime organizado e fazer valer a lei.
O pleito equatoriano, marcado para o dia 20 de agosto, assume agora um tom sombrio devido a essa trágica perda. Além de eleger o presidente e vice-presidente, as eleições também determinarão os 137 parlamentares que ocuparão assentos no congresso. (Portal Debate, com O Liberal)


