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Sob protesto, Alepa aprova projeto que modifica remuneração de professores

Nova Lei causou revolta nos educadores e o Sintepp promete greve para os próximos dias
Reprodução: WhatsApp
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A sessão plenária da Assembleia Legislativa (Alepa) aprovou, por 31 votos a 01, a mensagem enviada pelo governador Helder Barbalho (MDB, mudando a remuneração dos profissionais da educação básica, da rede pública de ensino do Estado do Pará, nesta terça-feira (05/10), em Belém.

Uma reunião com o presidente Francisco Melo (MDB), o “Chicão”, e uma comissão composta por membros da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (SINTEPP), antes da votação, não alcançou os objetivos da categoria de educadores.

A deputada Marinor Brito (PSOL), fez o chamado “voto de deserto”, pois somente a parlamentar se manifestou contra o governo Helder Barbalho. No entanto, há quem diga que ela jogou para a plateia, porque o prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, líder do Psol no Pará, vai apoiar o atual governador em 2022.

Nas redes sociais, deflagrou-se uma onda de indignação contra os deputados Dirceu Ten Caten (PT), Fábio Figueiras (PSB), Bordalo (PT), Dilvandra Faro (PT), por integrarem a bancada de esquerda. Já a votação do Delegado Caveira (PP) e Delegado Toni Cunha (PTB), por integrarem a bancada de oposição, mas votaram contra os professores ou não deram as caras na Sessão da Alepa.

O Portal Debate Carajás conversou com a Coordenadora do Sintepp, Subsede Marabá, Joice Rebelo,  e a professora afirmou que haverá uma Assembleia Geral, nos próximos dias, para deliberar sobre os próximos passos a serem tomados pela categoria, mas a tendência é de deflagração de uma greve geral sem precedentes.

De acordo com o Coordenador Estadual do Sintepp, Beto Andrade, a nova Lei retira direitos conquistados, ao longo de anos de luta, transforma-os em gratificações, mas sem incidência, no salário base. Essa prática, segundo a categoria, vai achatar o trabalho do educador com o passar do tempo. (Portal Debate Carajás)

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