Assassinado na Folha 23 não era mototaxista, diz categoria

O presidente da Associação dos Mototaxistas Unidos de Marabá (Unimoto), Fred Pereira, afirmou que Manoel Pereira Júnior, vulgo “Negão”, morto com vários tiros, por volta das 4h30, desta segunda-feira (3), em frente a um condomínio na Folha 23, núcleo Nova Marabá, não era mototaxista.  “Para poder ser chamado de mototaxista, o condutor precisa fazer parte das 700 autorizações de proprietários ou está entre os 200 auxiliares autorizados a trabalhar em Marabá. Ele era clandestino”, disse ‘Fred’.

‘Fred’ disse ainda que o mototaxista cadastrado necessita possuir a moto, portar o colete nominado, capacete numerado, ser habilitado e possuir o curso de capacitação para transporte de passageiros. Além disso, os impostos junto a Prefeitura de Marabá chegam a R$ 315,00. Na hora do cadastramento, o candidato a mototaxista tem que apresentar a certidão de antecedente criminal estadual e federal. 

“Lamentamos a morte violenta de Manoel Júnior, mas ele era clandestino. A cor da moto e o capacete utilizados por ele não eram amarelos. Nossa cor padrão”, relatou o presidente da Unimoto.  Os mototaxistas reclamam que os clandestinos são mortos ou se envolvem em acidentes, porém a categoria sempre leva a culpa. A População precisa pegar a moto certa”, relataram.

Debate Carajás

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