MARABÁ, SUDESTE DO PARÁ – A defesa dos seguranças Jonathas de Oliveira Soares e Diego da Silva Melo, representada pelas advogadas Simone Otoni e Marizete Romio, emitiu um esclarecimento para desmentir o que chamaram de “notícias e postagens equivocadas que circulam sobre o ocorrido em 14 de maio de 2022, próximo à Estrada de Ferro Carajás, em Marabá”.
Em nota, as advogadas refutam categoricamente as alegações de tortura e qualquer crime doloso atribuído aos dois seguranças. Segundo a defesa, as atitudes dos agentes estiveram de acordo com os procedimentos de segurança ensinados e recomendados nos cursos de capacitação que realizaram para o exercício de suas funções, além de estarem em conformidade com os protocolos exigidos pela empresa para a qual trabalham.
Diferentemente do que tem sido veiculado pela mídia, os vigilantes têm comparecido a todas as convocações policiais, prontamente colaborando com as investigações. A defesa enfatiza que em momento algum houve qualquer tentativa de criar manobras fraudulentas para distorcer os fatos ou evitar o esclarecimento dos mesmos.
“As acusações de tortura por parte dos seguranças são infundadas e baseadas em informações incorretas de um inquérito que se encontra sob sigilo de justiça”, contestam as advogadas. Elas reforçam que o inquérito policial não é uma condenação e destacam a inocência de seus clientes.
A defesa dos seguranças alega que seus representados estão sendo prejudicados em suas vidas pessoais e profissionais. Diante disso, a equipe jurídica reafirma a disposição de Jonathas de Oliveira Soares e Diego da Silva Melo em se defender em um processo judicial e provar sua inocência de forma definitiva. (Portal Debate)



