O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) acrescentou novos fatos e pediu, na última quinta-feira (29), a prisão preventiva da advogada Juliana Giugni Cavalcante Soriano de Mello, acusada do homicídio triplamente qualificado contra a própria mãe, Arlene Giugni da Silva. O coautor do assassinato é o irmão de Juliana, o advogado Leonardo Felipe Giugni Bahia. O crime ocorreu no dia 18 de janeiro deste ano, no apartamento dos acusados, no bairro da Batista Campos, em Belém.
O MPPA também pediu à Polícia Civil do Pará (PC-PA) que faça a reprodução simulada dos fatos, encaminhe os acusados Juliana e Leonardo à Polícia Científica do Pará (PCP), para a realização de exames de sanidade mental, oitivas de vizinhos e porteiros, além de novas perícias no colchão onde a vítima foi morta e nas roupas usadas por Juliana no dia do crime.
O pedido foi feito pelo Promotor de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Franklin Lobato Prado. De acordo com matéria publicada no site do MPPA, em liberdade, Juliana coloca em risco a integridade psicológica e física das testemunhas do caso, as quais relataram que a acusada retirou objetos do apartamento, alguns dias após o crime ter ocorrido. (Com informações de O Liberal)


