MARINHA DO BRASIL – Nesta quarta-feira (30), o relatório do inquérito da Marinha do Brasil, sobre o caso Yasmin Cavaleiro, entregue para a Policia Civil do Pará, constam os depoimentos de testemunhas, como o do médico legista Euler Cunha.
Durante depoimento na Marinha, Euler disse que o dono e piloto da lancha, Lucas Magalhães de Souza, outra testemunha no caso, teria atirado cerca de cinco vezes, por empolgação, contrariando o depoimento de Lucas Souza no mesmo inquérito, que disse que atirou para afastar uma outra embarcação.
Segundo o documento, Euler declarou “que houve disparos de arma de fogo abordo da embarcação; disparou 2 (duas) vezes; Lucas 5 (cinco) vezes e que o Sr.Bruno Fraganelo atirou 1 (uma) vez; todos os disparos efetivamente para cima; que disparou por ter se exaltado ao ver o Sr. Lucas atirando; que a iniciativa dos disparos com as armas foi do Sr. Lucas; num momento de euforia da festa e da bebida”.
Nesta semana, o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) negou, por unanimidade, o pedido de habeas corpus preventivo a Lucas Magalhães de Souza, proprietário e motorista da lancha onde estava Yasmin Macêdo, estudante universitária. Ela desapareceu durante passeio com embarcação e foi encontrada morta em dezembro do ano 2022.

O caso
A jovem Yasmin Fontes Cavaleiro de Macêdo era estudante de medicina veterinária e tinha 21 anos quando desapareceu durante um passeio no barco de Lucas Magalhães, no dia 12 de dezembro de 2021. O corpo foi encontrado no dia seguinte. Eles estavam com mais pessoas na lancha.
Depois de prestar depoimento à Polícia Civil, o dono da lancha relatou que conhecia a influencer há seis meses, por meio de eventos e lugares que frequentavam em comum, enquanto a mãe de Yasmin disse à polícia que eles tinham um relacionamento amoroso. Lucas Magalhães nega o relacionamento. (Portal Debate)


