Caso Yasmin: Piloto de lancha pede habeas corpus para evitar prisão em Belém

Advogado de defesa de Lucas Magalhães, Doutor Tourão, entrou com o pedido de habeas corpus preventivo, dia 24 de fevereiro de 2022, no Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA).
Yasmin Cavaleiro - Crédito: Redes sociais

BELÉM, PARÁ – A morte da influencer digital, Yasmin Cavaleiro de Macedo, 21 anos, continua deixando os ocupantes da lancha de “cabelo em pé”. Desta feita, a defesa de Lucas Magalhães, piloto da embarcação, entrou com um pedido de habeas corpus preventivo para que o jovem não corra o risco de ser preso por envolvimento no caso da morte da estudante de medicina veterinária.

O advogado, Doutor Tourão, enviou o habeas corpus, no último dia 24 de fevereiro de 2022, ao Desembargador José Roberto Pinheiro Maia Bezerra Junior, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA). A defesa de Lucas Magalhães alega que “não havendo justificativa legal e jurídica para sua possível prisão”, deve ser “imediatamente garantido a liberdade”, pois, segundo alegação da defesa, “o risco do paciente ser preso é grave e injusto”, argumenta o advogado.

A morte da estudante de medicina veterinária ocorreu, na região conhecida como “Furo do Maguari”, em Belém, na noite do dia 12 de dezembro de 2021. O corpo foi encontrado pelo pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBM), no início da tarde do dia seguinte, já no Distrito de Icoaraci.

Na época da morte da jovem, Lucas Magalhães concedeu entrevista, afirmando que o encontro entre os dois era apenas casual, em festas e passeios de lanchas, mas não eram namorados. O investigado negou ter qualquer relacionamento com Yasmin Cavaleiro, porém o avanço das investigações está complicando a situação do indivíduo e ele poderá ser preso. (Portal Debate, com Roma News)

Caso Yasmin: piloto da lancha pede para depor outra vez
Yasmin Cavaleiro e Lucas Magalhães – Crédito: Redes sociais

Relacionados

Postagens Relacionadas

Nenhum encontrado

Cadastre-se e receba notificações de novas postagens!