O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) abriu um inquérito civil para apurar a conduta do município de Capitólio (MG) na tragédia que causou a morte de 10 pessoas. O episódio ocorreu no último sábado (8) após o deslizamento de uma rocha do cânion do Lago de Furnas, uma das principais atrações turísticas da região. O inquérito foi aberto nesta terça-feira (11).
De acordo com o MPMG, será apurado se a prefeitura cumpriu obrigações de identificação, mapeamento e fiscalização das áreas de risco. Os promotores também querem saber se a população estava suficientemente informada sobre os riscos dessas áreas. Será o terceiro inquérito aberto.
Outra investigação já está em andamento pela Marinha, responsável por fiscalizar a navegação e estabelecer o ordenamento da orla nos cursos d’água. Responsabilidades serão apuradas ainda pela Polícia Civil, que pretende recorrer ao auxílio de peritos em geologia.
Veja quem são as vítimas:
- Júlio Borges Antunes (68), natural de Alpinópolis (MG)
- Camila Silva Machado (18), natural de Paulínia (SP)
- Mykon Douglas de Osti (24), natural de Campinas (SP)
- Sebastião Teixeira da Silva (64), natural de Anhumas (SP)
- Marlene Augusta Teixeira da Silva (57), natural de Itaú de Minas (MG)
- Geovany Gabriel Oliveira da Silva (14), natural de Alfenas/MG;
- Geovany Teixeira da Silva (38), natural de Itaú de Minas/MG;
- Tiago Teixeira da Silva Nascimento (35), natural de Passos/MG;
- Rodrigo Alves dos Anjos (40), natural de Betim/MG;
- Carmem Pinheiro da Silva (43), natural de Cajamar (SP).
(Com Agência Brasil)


