Caso Ravyla: Terceiro suspeito é linchado antes de ser preso no interior do Pará

Suspeito teria envolvimento com a norte da garota.
Crédito: Reprodução/Reprodução/WhatsApp

Imagens que circulam em aplicativos de mensagens mostram que no final da manhã de ontem (29), Genival Maciel Oliveira, conhecido como “Dj Maiquinho” foi linchado por populares antes de ser preso por suspeita de envolvimento na morte da menina Ravyla, de 10 anos, em Viseu, região nordeste do Pará.

Genival é o terceiro preso por suspeita de participação no crime. Segundo a polícia, ele conhecia os outros dois suspeitos e, no dia do crime, estava em Viseu.

No domingo, 27, ele negou que estivesse na cidade no dia em que a menina desapareceu, mas, a polícia constatou, durante investigação, que ele mentiu no primeiro depoimento.

Genival chegou a ser preso, junto com Paulo Henrique, conhecido como “Beleza”, no domingo (27), mas, foi liberado na tarde de ontem, 28, depois de ser apresentado na 6° Regional Integrada de Segurança Pública (RISP), Delegacia de Capanema e prestar depoimento às autoridades.

O terceiro preso é o representante comercial Zima Lima, que vendia sabonetes aos comércios locais. Ele se apresentou, acompanhado de um advogado, na Delegacia Geral, em Belém, na manhã desta terça-feira.

Ravyla foi estuprada e morta em Viseu – Crédito: Reprodução

SOBRE O CASO:

A menina Ravyla de Sousa, de 10 anos, foi encontrada morta, no dia 25 de junho, em uma área rural de Viseu, chamada Porto Grande. Informações preliminares dão conta que a criança estava com sinais de abuso sexual e tortura.

Segundo testemunhas, o corpo de Ravyla foi encontrado por populares que viram uma estranha movimentação de urubus na área onde a menina foi localizada. (Roma News)

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