Policiais civis de Cristalina (GO), no Entorno do Distrito Federal, prenderam um dono de uma churrascaria no município goiano suspeito de cometer crimes de exploração sexual e abuso infantil. No momento da prisão, Demilson Gurgel de Freitas foi flagrado com uma adolescente de 14 anos que havia passado a noite com ele.
O suspeito foi preso no estabelecimento comercial, nessa quinta-feira (8/10). Além de Demilson, a Polícia Civil de Goiás (PCGO) também prendeu a responsável pela adolescente que estava com ele.
A PCGO já identificou ao menos quatro vítimas de Demilson. Segundo as investigações, o homem atraía as adolescentes oferecendo dinheiro em troca de atividades de cunho sexual.
Ainda segundo a investigação, Demilson fazia transferências via Pix a partir de R$ 200 para as vítimas. O empresário também pagava por serviços de beleza, como extensão de cílios, e chegou a dar uma motocicleta a uma das garotas.
A coluna também apurou que o empresário usava o próprio restaurante, a Churrascaria Garrote, para a exploração sexual. A coluna Na Mira tenta contato com o empresário e com o restaurante mencionado. O espaço segue aberto para manifestações.
Na casa do investigado, os policiais apreenderam diversas armas e munições, inclusive de uso restrito. A equipe também apreendeu celularese, nos aparelhos, foram encontrados arquivos de imagens e vídeos com conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes. O material será submetido à análise pericial.
Investigação
Diante dos fatos constatados, o proprietário foi autuado em flagrante por exploração sexual de adolescente e por crime relacionado à posse e ao porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
A responsável legal pela adolescente também foi presa em flagrante. Segundo a investigação, havia elementos que indicavam que ela tinha conhecimento da situação e poderia ter sido conivente com a exploração.
O Conselho Tutelar foi acionado e atendeu a adolescente para adotar as medidas de proteção cabíveis. A investigação continua para identificar outros envolvidos, esclarecer a extensão da rede investigada e localizar possíveis outras vítimas. (As informações são da Coluna Na Mira/Portal Metrópoles)


