Uma reportagem da Revista AzMina sobre violência obstétrica em Marabá foi selecionada como finalista do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo e Direitos Humanos. A produção, realizada em julho do ano passado pelos jornalistas Mariana Rosetti e João Paulo Guimarães, aborda relatos de mulheres e famílias sobre situações vivenciadas durante a gestação, o parto e o pós-parto.
A reportagem também chama atenção para o chamado racismo obstétrico, que pode atingir de forma específica mulheres negras durante o atendimento de saúde. O trabalho busca dar visibilidade a relatos que, segundo o Instituto Instrelas, foram fundamentais para revelar situações de violação de direitos e ampliar o debate sobre respeito, dignidade e humanização na assistência às mulheres.
O Instituto Instrelas, que atua em Marabá na defesa dos direitos das mulheres, destacou a importância da produção e reafirmou seu compromisso com o enfrentamento à violência obstétrica e ao racismo obstétrico. A entidade também informou que está disponível para acolher, orientar e apoiar mulheres e famílias que tenham vivenciado situações desse tipo, inclusive na busca por caminhos para formalizar denúncias. (Portal Debate/Divulgação)


