A Polícia Civil, em Oeiras do Pará, no Arquipélago do Marajó, prendeu dois homens acusados de violência contra suas companheiras. As prisões ocorreram nos dias 31 de agosto e 1º de setembro. Contra um dos suspeitos havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
A primeira prisão ocorreu na tarde do dia 31 de agosto, após uma ação integrada entre as polícias Civil e Militar. O homem foi preso em flagrante pelos crimes de dano e injúria, no contexto da Lei Maria da Penha.
Segundo a denúncia apresentada pela vítima, após um desentendimento, o companheiro teria proferido ofensas contra ela e quebrado uma televisão dentro da residência, na presença da filha do casal. O dano foi posteriormente confirmado por meio de laudo de constatação realizado pela Polícia Civil.
Após o atendimento e acolhimento da vítima na unidade policial, a equipe da Polícia Civil acionou a Polícia Militar, que realizou buscas e localizou o suspeito. Ele foi preso e conduzido à delegacia.
Diante das circunstâncias do caso, a autoridade policial solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, com o objetivo de garantir a ordem pública e preservar a integridade da vítima.
Em outra ação de enfrentamento à violência contra a mulher, a Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Única da Comarca de Oeiras do Pará contra um homem investigado pelos crimes de ameaça e descumprimento de medidas protetivas de urgência.
De acordo com as investigações, o suspeito teria enviado mensagens à ex-companheira por meio do Instagram, mesmo estando proibido de manter contato com ela por determinação judicial. Nas mensagens, além de descumprir a medida protetiva, o investigado teria feito referência a uma facção criminosa como forma de intimidar a vítima.
O homem compareceu à unidade policial acompanhado de advogado, onde teve a prisão formalizada. Em seguida, foi submetido aos procedimentos legais, incluindo interrogatório e exame de corpo de delito cautelar.
Os dois homens permanecem custodiados e à disposição da Justiça. (Com Notícia Marajó)


