Com apenas 13 anos de idade, a jovem norte-americana Sydney Fowler, jogadora de vôlei, natural da Carolina do Sul, nos EUA, viu, em poucos dias, sua vida dar uma reviravolta após a bactéria estafilococo deixá-la sem movimentos do peito para baixo.
Tudo começou em um dia comum, era 16 de dezembro de 2018. Sydney estava na escola treinando vôlei e sentiu uma dor no peito e nas costas. No dia seguinte, a dor se intensificou e ela foi mandada da escola para casa. Ao chegar, mesmo depois de um descanso, a dor ainda persistia.
Por conta disso, sua mãe resolveu levá-la ao pronto-atendimento local, onde foi diagnosticada com uma infecção pulmonar e voltou para casa. Mais tarde, no mesmo dia, sua dor piorou e então ela foi ao pronto-socorro. Lá, a equipe médica suspeitou de uma inflamação no coração chamada pericardite e novamente a liberou para casa.
Enquanto a equipe médica buscava o diagnóstico correto, ela foi submetida a diversos tipos de exames. Uma ressonância magnética revelou que ela tinha uma massa em sua coluna vertebral. Dessa forma, os médicos a levaram para a sala de cirurgia para a remoção da lesão identificada. Nesse momento, ela já tinha perdido a mobilidade e a sensibilidade do peito para baixo.
Foi então que exames constataram que a causa da massa em sua coluna era uma infecção pela bactéria estafilococo que se instalou na região, a qual comprimiu a espinha torácica.
Mesmo depois do procedimento cirúrgico, seu estado continuou se agravando e ela só piorava. Nesse momento, os médicos descobriram que a massa havia retornado e a situação dela era mais grave ainda.
“Eles tiveram que conversar com meus pais sobre a gravidade da situação. Se a massa continuasse crescendo, corríamos o risco de perder meus braços, ou até mesmo de ter meu cérebro afetado caso a bactéria estafilococo o atingisse. Foi realmente assustador”, lembra.
Após a segunda cirurgia, em que a equipe médica conseguiu remover praticamente toda a infecção, Sydney iniciou um tratamento intensivo com antibióticos intravenosos por seis semanas.
Mesmo tendo sido curada, os médicos tinham incertezas em relação a ela voltar a andar. Para a jovem, a vida girava em torno do vôlei e agora teria de modificar seus planos.
Sydney passou por um processo de recuperação gradual e lento, mas com esperança. Durante esse tempo, ela foi a um acampamento adaptado e percebeu que poderia continuar sendo uma atleta.
Hoje, aos 21 anos, ela cursa faculdade, compete no tênis em cadeira de rodas, faz academia e registra sua evolução diária nas redes sociais com o objetivo de inspirar outras pessoas. (As informações são do Portal Metrópoles)


