Servidor público é investigado por convocar adolescentes para “campeonato” de masturbação no Pará; assista

Um servidor público de Portel, no arquipélago do Marajó, está sendo investigado pela Polícia Civil do Pará após divulgar nas redes sociais um suposto “campeonato” de masturbação que permitiria a participação de adolescentes.

Um homem apontado como servidor público de uma secretaria municipal de Portel, no arquipélago do Marajó, é investigado pela Polícia Civil do Pará após divulgar nas redes sociais um suposto “campeonato” de masturbação que, segundo o próprio anúncio, permitiria a participação de adolescentes. O caso veio a público na terça-feira (14)

Em um dos vídeos, o investigado afirmava que o evento seria realizado durante as férias escolares, em 10 de julho, e que as inscrições poderiam ser feitas por meio de plataformas como TikTok, Instagram e Kwai, mediante pagamento de uma taxa. Na gravação, ele dizia ainda que meninos a partir de 12 anos e meninas acima de 14 poderiam participar.

Após a repercussão, a publicação foi retirada das redes sociais. Em outro vídeo, o homem afirmou que o anúncio teria sido uma “brincadeira” e que o objetivo seria chamar a atenção para casos de gravidez na adolescência.

Investigação da Polícia Civil

Polícia Civil informou que a Delegacia de Portel abriu investigação para apurar a divulgação do conteúdo. O suspeito foi intimado e compareceu à unidade policial para prestar esclarecimentos, mas exerceu o direito constitucional de permanecer em silêncio. As investigações continuam.

Até o momento, não há informação de que o suposto evento tenha sido efetivamente realizado. A apuração busca esclarecer as circunstâncias da publicação, a intenção do autor e eventuais responsabilidades decorrentes da divulgação de conteúdo envolvendo adolescentes.

Repercussão e desdobramentos

O caso ganhou repercussão por envolver a convocação pública de menores para uma atividade de natureza sexual. A identidade do investigado não foi divulgada na reportagem consultada, e não há informação, até agora, sobre indiciamento ou denúncia formal.

Com informações do Portal Metrópoles

 

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