As forças de segurança cumpriram, ao longo deste sábado (4), quatro mandados de prisão definitiva em diferentes bairros de Marabá. As capturas foram realizadas em operações distintas envolvendo equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar, que localizaram pessoas condenadas pela Justiça e com ordens judiciais de prisão em aberto.
A primeira prisão ocorreu por volta das 11h20, na Folha 21, na Nova Marabá. Policiais militares foram acionados pelo Núcleo Integrado de Operações Policiais (Niop) para atender uma ocorrência de perturbação. Durante a abordagem, a equipe identificou Gildevan Nascimento Silva e, após consulta aos sistemas de segurança, constatou a existência de um mandado de prisão definitiva contra ele. O motivo da condenação não foi informado.
Já por volta das 17h, investigadores da Polícia Civil cumpriram um mandado expedido pela Vara de Execução Penal da Comarca de Marabá contra Romerio Barbosa Rodrigues. Ele foi localizado em uma residência na Rua 26 de Junho, no Bairro Independência, núcleo Cidade Nova, e, conforme a polícia, não ofereceu resistência. Assim como no primeiro caso, o crime que resultou na condenação não foi divulgado.
Duas horas depois, equipes da Polícia Civil prenderam Valdeir Silva Barros, conhecido como “Dudu”. A captura ocorreu em cumprimento a um mandado expedido pela 2ª Vara Criminal de Marabá. Segundo a corporação, ele foi condenado pelo crime de roubo e foi detido sem necessidade do uso de algemas.
A última prisão do dia aconteceu por volta das 21h, na Folha 16, na Nova Marabá. Com apoio da Polícia Militar, investigadores localizaram Maiesk Mota dos Santos, condenado pelo crime de estupro, tipificado no artigo 213 do Código Penal. O homem foi encontrado em frente ao imóvel onde estava residindo recentemente e também não apresentou resistência durante o cumprimento da ordem judicial.
Após as quatro capturas, os condenados foram conduzidos à 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil, onde passaram pelos procedimentos de praxe antes de serem encaminhados ao sistema penitenciário para o cumprimento das penas impostas pela Justiça.
A reportagem não conseguiu contato com as defesas dos presos. O espaço permanece aberto para eventual manifestação. (Portal Debate)


