Polícia Civil prende boxeador suspeito de agredir mulher no Pará

A governadora do Pará, Hana Ghassan, comunicou a prisão do lutador nesta quinta-feira (25/6)

A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (25/6) o boxeador profissional Hudson Kayan da Costa Botelho suspeito de agredir Camila Silva, a mãe do filho dele de cinco meses. O caso veio à tona na madrugada de quarta (24/6), depois que a vítima denunciou o crime pelas redes sociais.

A governadora do Pará, Hana Ghassan, comunicou a prisão do lutador. “A Polícia Civil do Pará prendeu o boxeador investigado por agredir a ex-companheira em Belém. O homem é acusado de atacar a mulher, que segurava o próprio bebê de apenas cinco meses no colo, e estava foragido”, disse ela no Instagram.

Na mesma publicação, Hana comentou que, ainda na quarta (24/6), durante uma agenda pública, uma mulher comentou o episódio com ela. “Ouvi a indignação na voz dela ao me contar que o agressor ainda estava solto. Disse a ela que confiava no trabalho da Polícia Civil para encontrá-lo onde quer que estivesse. Quero agradecer e parabenizar nossas forças policiais pela firmeza que têm mostrado para que as mulheres sintam que não estão sozinhas, e para que todo agressor saiba que não vai ter paz”, contou.

Ghassan concluiu, deixando uma mensagem de força à Camila, e garantiu que ela não está sozinha. “Seguiremos trabalhando para fortalecer cada vez mais a rede de proteção às mulheres, para que elas encontrem acolhimento, apoio e a resposta rápida que merecem”, complementou.

O caso

Poucas horas após o episódio, que ocorreu por volta de 1h30, na avenida Alcindo Cacela, em frente a um hospital particular, Camila publicou um vídeo e uma mensagem nas redes sociais pedindo ajuda para localizar o suspeito e que as imagens e informações sobre o caso fossem compartilhadas.

Na publicação, ela também pediu que pessoas que tenham informações sobre o paradeiro do suspeito denunciem às autoridades. A mulher afirmou que estava com o filho de apenas cinco meses no colo quando as agressões aconteceram.

Ainda segundo Camila, as agressões só teriam cessado após a intervenção de outra pessoa que presenciou a cena. A vítima contou também que recebeu atendimento médico logo após o ocorrido e que os profissionais de saúde prestaram assistência imediata.

Na quarta (25/6), a academia onde Hudson treinava informou o afastamento do atleta de todas as atividades. A Redação Integrada de O Liberal tenta contato com a defesa de Hudson Kayan da Costa Botelho. O espaço permanece aberto para manifestações. (O Liberal)

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