O técnico Carlo Ancelotti foi sucinto na entrevista coletiva que concedeu no MetLife Stadium, em Nova Jersey, após o empate da seleção brasileira com Marrocos, por 1 a 1, na estreia da Copa do Mundo. Apesar da cara fechada e de respostas mais curtas que o usual, o italiano garantiu que a confiança do elenco segue inabalada.
“O primeiro tempo foi difícil. A equipe estava ansiosa, com muitas bolas perdidas. Fizemos um segundo tempo muito melhor. O resultado não é mau. A Copa não se ganha no primeiro jogo”, comentou o treinador.
“A confiança é total. No futebol, nem tudo sai perfeitamente. A estreia, por muitas razões, pode não sair como se quer. O objetivo é classificarmos, passarmos da fase de grupos e melhorarmos com o tempo”, acrescentou.
Durante a entrevista, Ancelotti foi questionado sobre as escolhas de Ibañez (que é zagueiro de ofício) para a lateral direita e Igor Thiago para o comando do ataque no time titular. Ele também teve de responder sobre a opção por manter o atacante Endrick no banco. O treinador optou por não entrar em detalhes.
“Não estou aqui para falar individualmente de jogadores. Falei que a escalação inicial não é a que termina o jogo. E quem entrou fez um bom jogo”, avaliou o italiano.
O próximo compromisso do Brasil será na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C, que tem jogos nos Estados Unidos e ainda conta com a Escócia. Segundo Ancelotti, há possibilidade de a formação titular ser diferente da que encarou Marrocos.
“[A escalação] Pode mudar, dependendo das características do rival”, resumiu.
O técnico aguarda, ao longo da semana, a presença de Neymar aos treinos. O atacante se recupera de uma lesão na panturrilha direita e ainda não foi a campo desde a convocação para a Copa. (Com Agência Brasil)


