MARABÁ (PA) – O prefeito Toni Cunha (PL), desde o início de sua gestão, iniciada em janeiro de 2025, vem tecendo duras críticas à atuação da promotora de Justiça, Aline Tavares Moreira, responsável pela Promotoria de Improbidade de Marabá. Deste esta época, Aline Tavares já tentou barrar a compra de um veículo blindado, mas o Poder Judiciário deu ganho de causa a Toni Cunha e o carro foi adquirido.
Depois, ela tentou “melar” a realização dos shows do aniversário de Marabá, porém novamente a Justiça deu ganho de causa ao prefeito de Marabá. Em seguida, a maioria absoluta dos vereadores barrou uma tentativa de afastamento de Toni Cunha por supostas irregularidades na gestão, entretanto o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) emitiu um parecer, negando irregularidade em qualquer ato do prefeito, mas novamente a promotora voltou a anunciar em “prosa e verso” que o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) solicitou a documentação para fazer sabe-se lá o quê.
Denúncia grave
Desta feita, Toni Cunha fez uma acusação gravíssima que, no mínimo, merece uma investigação séria por parte da Corregedoria-Geral do (MPPA), órgão responsável por apurar infrações funcionais e condutas de promotores e procuradores de justiça. Além da CG, existe o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), pois se até o ministro Dias Toffoli está prestes a passar por uma investigação relacionada a um suposto envolvimento no caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília (DF), com todo respeito à promotora Aline Tavares, ela também está sujeita aos ditames da lei. LEIA a manifestação de Toni Cunha publicada nas redes sociais:


