Dona de franquia da Cacau Show morre após lipoaspiração

Em nota, a defesa do médico responsável afirmou que a empresária não possuía comorbidades que contraindicassem o procedimento e que os exames pré-operatórios estavam dentro da normalidade.

A empresária Ariene Rodrigues, que possuía uma unidade da Cacau Show na cidade de Pinheiro, faleceu na noite de terça-feira (20) em São Luís, após passar por uma lipoaspiração em uma clínica particular.

Natural de Pinheiro, Ariene era uma figura muito conhecida no comércio local. A notícia de seu falecimento gerou grande consternação entre moradores, clientes e pessoas que estavam próximas dela.

Com a divulgação de sua morte, as redes sociais foram inundadas com mensagens de condolências, homenagens e expressões de apoio à sua família, compartilhadas por amigos, clientes e membros da comunidade pinheirense.

Em nota, a defesa do médico responsável afirmou que a empresária não possuía comorbidades que contraindicassem o procedimento e que os exames pré-operatórios estavam dentro da normalidade.

O que diz o médico

“Ao que consta a paciente foi vitimada por uma fatalidade, que nada tem haver com qualquer falha do profissional, que prestou todo o atendimento e não poupou esforços para tentar evitar este fatídico desfecho”, diz a nota.

O documento também pontua que “todas as pacientes do Dr. Alexandre assinam um termo de consentimento livre e esclarecido para a possibilidade de ocorrer um evento adverso, que pode ser uma complicação ou intercorrência”. (Veja a nota na íntegra no final da matéria)

O que diz o hospital

Já a Policlínica Ibirapuera, onde o procedimento foi realizado, informou “que todas as medidas médicas e hospitalares indicadas foram adotadasde forma imediata, com o objetivo de estabilizar e restabelecer o quadro clínico da paciente”.

O hospital também afirma que o laudo do Instituto Médico Legal (IML) “apontou como causa do óbito uma embolia maciçapor coágulo sanguíneo, caracterizada como um evento súbito e grave, mesmo diante da assistência médica e hospitalar prestada”.

O que diz a família 

Segundo o G1, a equipe tentou reanimar a paciente por cerca de 90 minutos, com uso de medicamentos e desfibrilação. Arienenão respondeu e teve a morte declarada por volta das 20h.

A família afirma que não recebeu confirmação sobre a realização de exames pré-operatórios ou avaliação de risco cirúrgico. Segundo os parentes, o prontuário só foi entregue após a chegada da advogada da família, Vivian Bauer, por volta das 23h.

A advogada disse que houve divergências nas informações repassadas pela equipe médica e que os fatos precisam ser esclarecidos para evitar injustiças.

Nota do Médico

Screenshot

Nota do hospital

(Com Infoverus)

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