PM morre dois dias antes de se casar

Na tarde seguinte (8/1), o carro de Santana foi encontrado carbonizado em uma área de mata em Itapecerica da Serra, também na região metropolitana, aumentando as suspeitas de crime violento e articulação criminosa no caso.

O cabo da Polícia Militar do Estado de São Paulo encontrado morto no último domingo (11/1), em um sítio no município de Embu-Guaçu, era o policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, que estava desaparecido havia quatro dias e tinha casamento civil marcado para a última sexta-feira (9/1), dois dias antes de casar.

O corpo foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Taboão da Serra e será velado e sepultado no Cemitério Cerejeiras, no Jardim Ângela, zona sul da capital paulista, com enterro previsto para esta segunda-feira (12/1).

Segundo informações apuradas, o policial foi visto pela última vez na noite de quarta-feira (7/1) em uma adega na zona sul de São Paulo, onde teria se desentendido com um suposto traficante, o que teria motivado seu desaparecimento.

Corpo enterrado em área de mata

Na tarde seguinte (8/1), o carro de Santana foi encontrado carbonizado em uma área de mata em Itapecerica da Serra, também na região metropolitana, aumentando as suspeitas de crime violento e articulação criminosa no caso. A polícia encontrou o corpo enterrado em uma área de mata no sítio em Embu-Guaçu na madrugada de domingo, cerca de 15 km do local onde o veículo foi achado, e indícios apontam que ele pode ter sido vítima de um “tribunal do crime”, segundo investigações preliminares.

Até o momento, quatro pessoas foram presas sob suspeita de envolvimento no desaparecimento e morte do cabo, incluindo o dono do sítio onde o corpo foi localizado; as autoridades continuam a apurar as circunstâncias e a dinâmica dos fatos enquanto seguem os procedimentos periciais e investigativos. (Com Diário do Pará)

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