Os quatro corpos das vítimas da Universidade Federal do Pará (UFPA) que morreram em um acidente na BR-153 saíram de Goiás em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) na manhã desta sexta-feira (18). A previsão é que cheguem a capital paraense às 12h30, na Base Área de Belém.
Uma homenagem póstuma seráfeita pela Universidade nesta sexta. As vítimas da UFPA que morreram no acidente são:
- Ana Letícia Araújo Cordeiro, aluna de pedagogia, que será sepultada em Belém
- Leandro Souza Dias, estudante de farmácia – que deve ser sepultado em Belém
- Welfesom Campos Alves, estudante de Produção e Multimídia – será sepultado em Limoeiro do Ajuru, no Marajó, onde mora a família
- Ademilson Militão de Oliveira, motorista da UFPA que será enterrado em Altamira
“A pedido dos familiares, a cerimônia de despedida dos estudantes será realizada no Auditório Setorial Básico do Campus Guamá [Belém]. A cerimônia de despedida do motorista da UFPA será no Campus da UFPA em Altamira, no Auditório Petroni Gurardelli”, informou a instituição.

Eles integravam um comboio de dois micro-ônibus e dois ônibus que saiu do campus Belém com cerca de 140 estudantes da UFPA rumo ao 60º Congresso da União Nacional dos Estudantes (Conune), em Goiânia.
A viagem foi interrompida quando um ônibus e um micro-ônibus foram atingidos por uma carreta na rodovia na manhã de quarta-feira (16) em Porangatu. As quatro vítimas da UFPA que morreram estavam no micro-ônibus: os três estudantes e o motorista. O caminhoneiro, Keyne Laurentino de Oliveira, que conduzia a carreta, também morreu.
Estudantes também ficaram feridos e foram levados para hospitais da região, a maioria já recebeu alta. Nesta sexta-feira (18), duas pessoas seguem internadas em Goiás e outras duas no Tocatins.

Segundo o reitor da UFPA, Gilmar Pereira, a universidade vai custear a transferência de parentes do Pará até Goiás, para que os familiares possam acompanhar a recuperação dos alunos que permanecem internadas em estado grave.
Um perito do Pará chegou na noite de quinta a Goiânia com procurações para que os corpos fossem liberados e transportados juntos. Após a liberação, “foram levados pelas funerárias para a preparação para traslado e enterro”, segundo a Polícia Científica. (Com g1)


