Derrotada: Eliane Lima entra com mais 7 ações eleitorais contra Alexandre Siqueira em Tucuruí

Durante o período eleitoral, Eliane fez diversas tentativas para impedir a candidatura de Alexandre.
Eliane Lima e Sancler Ferreira: ex-esposa e ex-prefeito de Tucuruí (PA). Ele enfrentou diversas acusações de improbidade administrativa, enquanto ela tenta reverter o resultado das eleições de 2024 contra Alexandre Siqueira (MDB).

TUCURUÍ (PA) — A eleição municipal de 2024 em Tucuruí, no sudeste do Pará, continua gerando controvérsias. Eliane Lima (Solidariedade), derrotada nas urnas, protocolou mais sete ações eleitorais na tentativa de reverter o resultado que deu a vitória a Alexandre Siqueira (MDB). A disputa jurídica tem prolongado um cenário de instabilidade política na cidade.

Durante o período eleitoral, Eliane fez diversas tentativas para impedir a candidatura de Alexandre. Entre elas, solicitou a cassação de seu registro eleitoral, mas teve os pedidos negados pela Justiça. Após a derrota nas urnas, ela também pediu a recontagem dos votos, que confirmou a vitória de Alexandre Siqueira, reforçando a legitimidade do resultado.

Mesmo com a confirmação oficial, Eliane recorreu à Justiça para impedir a diplomação de Alexandre. Dois pedidos foram apresentados – um antes do prazo final da diplomação e outro no próprio dia da cerimônia –, ambos negados pelas instâncias judiciais.

Agora, com Alexandre Siqueira já empossado, Eliane apresentou sete novas ações eleitorais que buscam a cassação do mandato. As medidas, contudo, são vistas com ceticismo por advogados consultados, que consideram remotas as chances de sucesso devido à falta de fundamentação nos processos anteriores.

Eliane Lima é ex-esposa de Sancler Ferreira (PTB), ex-prefeito de Tucuruí, que governou a cidade entre 2009 e 2016. Durante sua gestão, Sancler enfrentou diversas acusações de improbidade administrativa, sendo condenado pela Justiça à devolução de R$ 6,5 milhões e à suspensão de seus direitos políticos por cinco anos. Além disso, foi alvo de operações como a “Operação Alcobaça”, que investigou fraudes que podem ter ultrapassado R$ 100 milhões. Mais recentemente, Sancler foi preso em 2024 sob acusação de compra de votos.

Enquanto isso, Tucuruí vive um clima de incerteza, aguardando que as disputas judiciais sejam resolvidas para que a cidade possa avançar com estabilidade. (Portal Debate)

Relacionados

Postagens Relacionadas

Nenhum encontrado

Cadastre-se e receba notificações de novas postagens!