Vereador eleito nega irregularidades na cota de gênero em Marabá

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) elegeu Orlando Elias com 1.807 votos. O caso foi denunciado ao Ministério Público Eleitoral (MPE) que abriu uma investigação para apurar a suposta irregularidade.
Orlando Elias (PSB) - Foto: Reprodução

MARABÁ (PA) – Na tarde desta sexta-feira (11), o Portal Debate publicou a matéria “Chapa do PSB pode ser cassada por fraude à conta de gênero em Marabá”, onde  as candidatas  Gilmara Rabello (PSB) apareceu com “00” voto; “Ely da Liberdade” (PSB) com 4 votos e Jhennyfer Sampaio (PSB) com 5 votos nas urnas, configuraria, em tese, uma suposta fraude à cota de gênero. A informação foi negada peremptoriamente pelo vereador eleito com 1.807 votos, Orlando Elias (PSB), em Marabá.

Durante uma conversa com a reportagem, no início da tarde deste sábado (12), Orlando Elias afirmou que fez sua campanha dentro das normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral. O político disse que desconhece qualquer tentativa de se burlar a cota de gênero dentro do PSB. Ele relatou que Gilmara , “Ely da Liberdade” e Jhennyfer participaram das reuniões e convenção partidária para se montar a chapa do PSB.

O caso foi denunciado ao Ministério Público Eleitoral (MPE) que abriu uma investigação para apurar a suposta fraude à cota de gênero na chapa do Partido Socialista Brasileiro em Marabá. Caso o MPE opine pela aceitação da denúncia, um suposto afastamento de Orlando Elias não ocorrerá “da noite para o dia”. Ao contrário, a tramitação do processo levará meses ou anos, vai parar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília (DF) e o Partido vai se defender da acusação.

Orlando Elias já foi eleito vereador em 2012 pelo MDB. Ele relatou que confia na presidência do PSB em Marabá e a agremiação partidária vai provar junto à Justiça Eleitoral que não houve nada de errado na composição da chapa. O vereador eleito disputou a corrida eleitoral pela coligação “Pra Marabá Avançar” ligada ao ex-candidato a prefeito “Chamonzinho” (MDB) que foi derrotado por Toni Cunha (PL), no dia 6 de outubro de 2024. (Pedro Souza)

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