A Justiça Estadual, representada pelo juiz Juliano Mizuma, titular da comarca de Novo Repartimento, decretou a prisão preventiva dos indígenas Arakaxa Parakanã, Warera Parakanã, Wyraporona Parakanã (Paulo), Aramaxoa Parakanã, Atyoa ou Ation e Tapuxaira Andrade, acusados de agirem em conjunto para ceifar a vida dos jovens Cosmo Ribeiro de Sousa, José Luis da Silva Teixeira e Willian Santos Câmara.
O Decreto pela prisão preventiva dos 6 indígenas da tribo Parakanã saiu no dia 10 de abril, no entanto somente agora divulgado devido a quebra do sigilo no processo. A sociedade de Novo Repartimento espera que a Policia Federal que é a responsável por fazer cumprir o decreto atue o mais breve possível no cumprimento do mandado.

O fato das mortes dos três jovens foi de grande comoção e indignação da sociedade repartimentense, assim como, de toda a região. O pedido de prisão preventiva é o começo da resposta da justiça pelo fato ocorrido e que temos que dá mérito ao excelente trabalho desenvolvido pela investigação da Policia Federal e o trabalho do advogado Dr. Cândido Jr, assistente de acusação junto ao Ministério Público Estadual.
Conheça o caso:
Os três jovens desapareceram na área da Terra Indígena Parakanã, localizada a cerca de 30 km da sede do município de Novo Repartimento, no sudoeste do Pará. Segundo o Ministério Público Federal, os três homens teriam entrado na área para caçar.

O desaparecimento ocorreu no último domingo (24). Autoridades fizeram buscas no dia 30 de abril, três corpos foram encontrados na Reserva Indígena e foram velados na Câmara Municipal.
A suspeita da família é que os três foram enterrados, amarrados e vivos. Os corpos não tinham sinais de tiros ou perfuração de armas brancas.(Portal Debate, com Coluna Vanguarda)


