Passageiros da Azul ficam sem malas em voo dos EUA ao Pará

A explicação para o extravio dada pela empresa foi de um “problema no porão da aeronave”, segundo o empresário Glauber Ponte

Pelo menos 30 passageiros do voo 8721, da Azul, tiveram as malas extraviadas nesta terça-feira (2). O empresário Glauber Pontes foi um dos afetados. Ele conversou com a reportagem e contou que, ao chegar na capital paraense, foi informado pela companhia aérea sobre o problema com a bagagem dele e de outras pessoas.

A aeronave, segundo Pontes, saiu de Fort Lauderdale, cidade da Flórida, nos Estados Unidos, às 21h50 de segunda-feira (1º), com destino a Belém. A explicação dada pela Azul foi de uma adversidade na aeronave, mais precisamente no porão dela. “Eles alegaram que foi o problema no porão do avião. Isso foi a cereja do bolo, porque a poltrona em que eu fiquei estava solta. O assento da frente, onde estava uma das minhas filhas, vi que o encosto estava torto, também danificado”, disse.

Glauber informou à redação que ainda não conseguiu recuperar a mala da viagem que fez com a família. “Devem entregar amanhã (3)”, relatou. A redação procurou a Azul para dar esclarecimentos sobre o transtorno e aguarda retorno.

Outro extravio

Em janeiro deste ano, passageiros do voo 8721, também da Azul, passaram pelo mesmo sufoco. A funcionária pública Melissa Barra Sobral é uma das passageiras que ficou sem as malas. Ela estava em viagem com a família e diz que ao todo foram nove malas extraviadas apenas das pessoas que integram sua família.

Melissa saiu de Fort Lauderdale, na Flórida, às 22h30 e fez um voo direto para Belém. A justificativa dada por um funcionário a ela foi que o imprevisto decorreu de um tornado em Orlando. (O Liberal)

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