Desabamento de sacadas em edifício no Pará completa dois meses sem respostas

Desde o acidente, os moradores estão fora de seus apartamentos e ainda aguardam respostas sobre o ocorrido, sem previsão para retorno

Nesta quinta-feira, 13, completa-se dois meses desde o desabamento de 13 sacadas do Edifício Cristo Rei, localizado na Rua dos Mundurucus, em Belém. Desde o acidente, os moradores estão fora de seus apartamentos e ainda aguardam respostas sobre o ocorrido, sem previsão para retorno.

O prédio permanece interditado, aguardando o laudo pericial que irá esclarecer as causas da queda. Os moradores manifestaram o desejo de voltar para casa assim que o Corpo de Bombeiros liberar o retorno, após a emissão do laudo. No momento, o edifício encontra-se vazio.

A liberação para o retorno dos moradores será determinada pelo Corpo de Bombeiros, após análise pericial do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, segundo informou a Defesa Civil de Belém.

O Corpo de Bombeiros Militar do Pará esclarece que o Edifício Cristo Rei segue interditado. Uma empresa privada contratada pelos condôminos está realizando o reforço estrutural nas sacadas restantes. Após a conclusão desse reforço, uma reunião será realizada para definir a situação final das varandas.

Relembrando o caso, no sábado, 13 de maio, por volta das 12h, as sacadas do edifício desabaram, causando surpresa e temor entre os moradores da região. O Corpo de Bombeiros Militar do Pará e a Defesa Civil foram acionados imediatamente para prestar apoio no incidente. Felizmente, não houve vítimas ou feridos, apenas danos materiais.

A partir do domingo, 14 de maio, foram iniciadas as investigações, com a presença de várias autoridades no local. A Polícia Científica realizou coletas de informações, o Corpo de Bombeiros fez análises e vistorias, e a Defesa Civil e o Crea também conduziram suas próprias inspeções.

Na manhã de segunda-feira, 15 de maio, a Defesa Civil informou que a causa inicial do desabamento poderia estar relacionada a infiltrações provenientes da piscina da cobertura. Segundo eles, essas infiltrações expuseram as armaduras das sacadas à água, levando à oxidação e, consequentemente, ao desabamento. (Mateus Nino, com informações de Roma News)

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