MARABÁ, SUDESTE DO PARÁ — Os recentes ataques a escolas que tomaram conta dos noticiários nas últimas semanas foram tema de discussão e debate durante a sessão ordinária desta terça-feira (11), na Câmara de Marabá. Os vereadores abordaram o assunto e chamaram a atenção para a importância do enfrentamento do dilema por parte das três esferas: federal, estadual e municipal.
O vereador Ilker Moraes ressaltou que tem acompanhado nos últimos dias as notícias sobre ataques a escolas, incluindo ameaças e pichações em Marabá. Ele informou que o Governo do Estado já tomou algumas medidas, como a instalação de câmeras nas escolas e a contratação de profissionais especializados em questões sociais. “Também estamos acompanhando a criação de um botão de alerta para que, em caso de violência, os órgãos de segurança sejam acionados imediatamente”, disse.
Moraes ainda destacou a importância de se solicitar mais medidas em Marabá, como a contratação de segurança armada nas escolas. “Não temos guarda municipal para atender a toda a demanda, mas é importante que o debate seja ampliado para que a gente ache a solução para esse problema que assola Marabá e todo o Brasil. Os pais e mães estão muito preocupados com a segurança dos seus filhos, e essa Casa precisa participar desse debate, com relação à educação e à segurança das crianças no ambiente escolar”.
Frank do Jardim União também enfatizou a importância de se enfrentar o problema e buscar soluções. Ele defendeu a ronda escolar, mas destacou que é fundamental ter monitoramento na entrada de cada escola, inclusive com detector de metal.
O presidente da Casa, vereador Alecio Stringari, demonstrou preocupação com a questão envolvendo a violência nas escolas. “A situação que estamos vivendo hoje parece ser comum em muitas cidades do País. Devemos fazer um trabalho com as comissões de educação e segurança para entrar em contato com os órgãos de segurança e Secretaria de Educação, para ver o que está sendo feito e sugerir outras ações. Precisamos oferecer uma estrutura digna de segurança nas escolas para darmos uma resposta para a sociedade”. (Portal Debate, com informações da CMM)


