Mulher é presa por estuprar filha de 2 anos com pênis de borracha, no interior do Pará

Antes de ser conduzida para a delegacia, a suspeita ainda pediu para dar um abraço na filha

Uma mulher foi presa suspeita de estuprar a própria filha, uma criança de 2 anos, e gravar vídeos da violência sexual e enviar para um homem, que ela estaria tentando conquistar em Itaituba, no sudoeste do Pará. A suspeita, identificada pelo prenome de Raniely, de 23 anos, foi presa no sábado (11/2) pela Polícia Militar após o homem denunciar o caso ao Conselho Tutelar do município.

Segundo a Polícia Militar, os estupros aconteciam na casa da suspeita, localizada no Jacarezinho, em Itaituba. Toda a ação teria como objetivo conquistar o homem que ela estaria interessada.

Nos vídeos, a mulher aparece introduzindo pênis de borracha nos órgãos genitais da criança. Os vídeos eram enviados para o homem, que denunciou o caso ao Conselho Tutelar.

De acordo com a PM, após receber a informação do Conselho Tutelar, foram realizadas diligências e a suspeita foi localizada e presa na casa de uma tia dela, no Bairro São Tomé. Ao ver a chegada da equipe, Raniely teria permanecido calma e chegou a dizer que “já sabia do que se tratava”, indicando saber que estava sendo presa pelo crime cometido contra a filha.

Durante os procedimentos de buscas na casa dela, foi encontrada uma mala com vários pênis de borracha dentro. Antes de ser conduzida para a delegacia, a suspeita ainda pediu para dar um abraço na filha.

Ela foi conduzida e apresentada na 19ª Seccional de Polícia Civil de Itaituba, onde foi autuada pelo crime de estupro de vulnerável, produzir e armazenar conteúdo de pornografia infantil, majorado por ser contra a própria filha. Também foi conduzido para a delegacia o homem que denunciou o crime para ser ouvido sobre o caso, que está sendo investigado, para saber se há mais pessoas envolvidas no crime.

A criança vai ficar sob responsabilidade do Conselho Tutelar. Ranilely, além da menina, ainda teria mais dois filhos, que não tiveram as idades informadas. A PC vai apurar se ela também cometeu o mesmo crime contra as outras crianças. (Portal Debate, com Tina DeBord)

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