Marabá: Ex-vereador nega patrocínio para ida de terroristas bolsonaristas a Brasília

“Gilsim Silva” registrou um boletim de ocorrência, na 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil, nesta segunda-feira (9), e negou qualquer patrocínio aos vândalos que foram a Brasília e destruíram os prédios do Supremo Tribunal Federal (STF); Congresso Nacional e Palácio do Planalto, neste domingo (8).
"Gilsim Silva" - Foto: Arquivo pessoal

MARABÁ (PA) – O ex-vereador e empresário, Gilson Ferreira da Silva, conhecido como “Gilsim Silva”, registrou um boletim de ocorrência na 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil, depois de ver seu nome estampado nas redes sociais, como um suposto patrocinador dos bolsonaristas golpistas que destruíram o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF); Congresso Nacional e Palácio do Planalto, neste domingo (8), na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF).

De acordo com o BO, o texto foi publicado, nesta segunda-feira (9), às 14h10, por uma mulher, identificada como “Ana Maria”, em dois grupos de aplicativos de mensagens chamados “Zap News” e “Amiguxus”. A postagem de Ana Maria traz ainda o nome do empresário e pecuarista Reinaldo Zucatelli; Claudia Aparecida Felipe (proprietária da revendedora de veículos Disbrava) e Hudson Silva (dono da loja Chic’s Presente), em Marabá, como supostos patrocinadores da ida de terroristas a Brasília.

Segundo “Gilsim Silva”, ele não tem dinheiro nem para para pagar seus fornecedores, logo não poderia patrocinar a ida de ninguém a Brasília. A Reportagem do Portal Debate conseguiu falar com o filho de Hudson Silva, porém ele disse que, nesta terça-feira (9), iria registrar um boletim de ocorrência e tomar outras providências jurídicas, pois Hudson Silva estava, em Marabá, em uma pescaria, e não patrocinou a viagem de nenhum bolsonarista ao Distrito Federal.

A Reportagem ligou para o conhecido pecuarista Reinaldo Zucatelli, mas as ligações não foram atendidas. O diário de notícias também não conseguiu falar com Claudia Felipe para ouvir a versão deles sobre as acusações postadas nas redes sociais e constantes do boletim de ocorrência nº 00184/2023.100166-7, lavrado nesta segunda-feira (9), por Gilson Silva, que negou qualquer ajuda para os vândalos irem a Brasília, onde destruíram os prédios dos Três Poderes, chocaram o mundo e atacaram a democracia no Brasil.

Para “Gilsim Silva”, o problema ocorreu, porque o ministro da Justiça, Flávio Dino, forneceu o e-mail: [email protected] e a Polícia Federal (PF) disponibilizou o endereço: [email protected] para as pessoas indicarem, Brasil afora, os supostos patrocinadores da ida dos terroristas ao Distrito Federal. O ex-vereador afirmou que votou para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), todavia não possui nenhuma tentativa na fomentação da tentativa fracassada de golpe de estado ocorrido, em Brasília, e que irá acionar a Justiça para penalizar a autora da fake news. (Pedro Souza – Portal Debate)

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