Na área do balneário Taboquinha, a equipe do SSAM localizou diversos pontos com elevado nível de água e pontos com entulho descartado por populares, sem a recomendação das equipes de limpeza pública e fora dos locais de passagem dos carros coletores, o que gera problemas de alagamentos.
De acordo com Odilon Cerqueira, Coordenador da Limpeza Pública Urbana do SSAM, o maior problema enfrentado hoje pelas equipes é retirar dos canais e grotas o acúmulo de entulho que não deveria ser descartado pela população nesses locais. Ele alerta para os perigos das ações sem orientação do órgão competente.

“É um grande problema, pois a pessoas atingida pode ser ela mesma com o alagamento devido ao entupimento dos canais. Nós pedimos a colaboração da população em não jogar lixo nos bueiros, nos canais que cortam a cidade, pois isso vai gerar alagamentos, nós estamos intensificando em todos os bairros da cidade os serviços de limpeza dos canais, mas é preciso a ajuda da população”, diz Odilon Cerqueira.
As equipes trabalharam durante a semana na limpeza da Grota Criminosa que recebeu serviço de infraestrutura no trecho entre a Folha 28 até a divisa com a Folha 27, incluindo colocação de placas de concreto e retirada de entulho. As ações resultaram na maior vazão da água pluvial desta sexta-feira, 2 de dezembro, quando a cidade registrou a maior chuva dos últimos trinta dias, com a marca de 87,4 mm de chuva, de acordo com dados da Defesa Civil do município.
A Defesa Civil continua o monitoramento do nível do Rio Tocantins que amanheceu nesta sexta-feira, com 4,86 metros acima do considerado normal, uma elevação de 86 cm nas últimas 48 horas. O Coordenador da Defesa Civil, Marcos Andrade, informa que esta elevação é normal em consequência das fortes chuvas e que o nível de alerta que anteriormente era de 10 metros, agora está em torno de 8,5 a 8m, especialmente devido a algumas moradias mais próximas às áreas sujeitas a alagamento.

“Estamos monitorando 24 horas o nível do Rio Tocantins. Finalizamos esta semana o mapeamento de áreas que podem ser alagadas a cada nível em que o rio esteja e assim podermos trabalhar para melhor atender a população, mas ainda não há perigo de áreas alagadas com o nível atual”, destacou Marcos Andrade. (Com informações da Secom PMM)


