Ex-governador Jatene faz parte da coordenação de campanha de Bolsonaro

As redes sociais do ex-governador não mencionam apoio a Bolsonaro no 2º turno das eleições
O ex-governador Simão Jatene | Foto: Divulgação

Matéria publicada pelo site Roma News nesta quarta-feira (5) informa que o ex-governador do Pará Simão Jatene faz parte da coordenação da campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo o texto, o ex-governador está em Brasília (DF) ao lado de Mário Couto (PL), candidato a senador que alcançou o 2º lugar no Pará, e Zequinha Marinho (PL), candidato ao Governo do Pará superado por Helder Barbalho (MDB).

As redes sociais do ex-governador não mencionam apoio a Bolsonaro no 2º turno das eleições. A reportagem não conseguiu contato com Simão Jatene para se pronunciar sobre o caso.

“Temos um Senado mais centro-direita e que aprovará uma proposta que todo o Brasil vai sair ganhando. Se durante a pandemia, com uma guerra lá fora e com uma crise ideológica enorme, nós conseguimos avançar, muito mais será feito com um parlamento simpático ao Executivo”, comentou Bolsonaro na ocasião.

O presidente ainda falou sobre as reformas que passaram pelo parlamento durante seu mandato e reforçou que o entendimento político dos seus aliados é a “geração de felicidade para a população”. “O esforço agora é para conseguir votos, assim temos certeza de que o Brasil não sofrerá nenhum retrocesso”, enfatizou Bolsonaro.

Entre os presentes na reunião estavam a ex-ministra Damares Alves (Republicanos), eleita pelo DF, a ex-ministra e senadora eleita pelo Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina (PL), o vice na chapa de reeleição, Walter Braga Netto (PL), o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o senador reeleito Romário (PL-RJ) e o senador Roberto Rocha (PTB-MA).

Após Moro declarar apoio a Bolsonaro, o presidente disse que “o passado foi apagado, os desentendimentos ficaram para trás”, declarou Bolsonaro.

O senador Carlos Portinho (PL), líder do governo no Senado, falou sobre a relação entre o poder Legislativo e Executivo, que segundo ele, está “harmoniosa”. “Não podemos dar um salto no escuro e voltar para trás. Aqui o presidente Bolsonaro tem a grande base do Senado, aqui somos mais de 60, incluindo os suplentes, raras vezes viu-se isso na história”, destacou. (Portal Debate)

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