Em Barcarena, no nordeste do Pará, um deficiente visual demorou cerca de duas horas para conseguir exercer o direito ao voto, por falta de acessibilidade das urnas que não possuem os fones de ouvido.
Segundo a Justiça Eleitoral, “todas as urnas eletrônicas são preparadas para atender pessoas com deficiência visual. Além do sistema braile e da identificação da tecla número cinco nos teclados, os tribunais eleitorais disponibilizam fones de ouvido nas seções com acessibilidade e naquelas onde houver solicitação específica, para que o eleitor cego ou com deficiência visual receba sinais sonoros com indicação do número escolhido e retorno do nome do candidato em voz sintetizada”.
A Fiscal Eleitoral da Escola Marcos Martins afirmou que o dispositivo foi viabilizado cerca de duas horas por uma pessoa comum que estava na fila. (Portal Debate, com O Liberal)


