ELEIÇÕES 2022 – A última semana de campanha vem animando parentes, amigos e correligionários do candidato a deputado federal, “Márcio do São Félix” (PSDB), em Marabá, no sudeste do Pará. Nos bastidores da política, rola que a campanha da candidata Lena Pinto (PSDB), principal concorrente de Márcio, não “anda muito bem das pernas”, em Belém, capital do Pará.
Ao contrário da esposa do atual deputado Nilson Pinto (PSDB), que desistiu de concorrer ao pleito eleitoral de 2022 por problemas de saúde, a campanha de “Márcio do São Félix” chega à reta final com um volume muito bom de visibilidade e com reais chances de eleição, pois os integrantes da agremiação partidária trabalham para atingir o coeficiente e eleger um deputado federal no Pará.
Nos últimos dias, percebe-se que o chamado “volume de campanha” e os trabalhos de rua (“adesivaço”, reuniões, caminhadas e “bandeiraços”) colocam o nome de Márcio no topo da lista entre os principais candidatos a deputado federal por Marabá. Se o político será eleito no dia 2 de outubro de 2022, ou não, o eleitor só ficará sabendo depois da contagem de votos, mas existem chances reais de vitória, se o candidato sair com uma grande votação em Marabá.
“Márcio do São Félix” também possui apoio político em dezenas de cidades das regiões sul e sudeste do Pará. O vereador mais votado da história de Marabá, em 2020, vem ocupando o espaço deixado pelo ex-deputado Beto Salame com o final de seu mandato, em 2018, na Região de Carajás, tão carente de investimentos na área de infraestrutura e grandes obras voltadas para proporcionar melhoria Na qualidade de vida da população local.
No entanto, para poder voltar a contar com um deputado federal e a cidade usufruir de recursos federais, o eleitor de Marabá precisa votar nos chamados “candidatos de casa” em detrimento de “candidatos paraquedistas”, depositando uma votação expressiva em Márcio, ou seja, o candidato necessita sair com uma grande votação em Marabá para ultrapassar Lena Pinto na contagem de voto final. A decisão está nas mãos do eleitor. (Pedro Souza/Divulgação)



