Mais uma criança tem pescoço cortado com linha de pipa no Pará

O caso desta vez aconteceu em Afuá, na Ilha do Marajó. Por sorte, a criança conseguiu ser salva
Crédito: Reprodução

Mais uma criança teve o pescoço cortado com linha chilena usada em pipa no Pará.  O acidente, que quase tira a vida de outra criança, aconteceu na cidade de Afuá, na Ilha do Marajó. Na semana passada, duas crianças tiveram os pescoços cortados por linha de pipa, uma delas, a pequena Yasmin da Rocha, de cinco anos, acabou morrendo.

O acidente aconteceu em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém (RMB). A vítima desta vez foi outra menina, de prenome Hadassa, de 6 anos, que graças ao esforço do pai e socorro rápido, conseguiu sobreviver. Pelas redes sociais, a mãe da criança divulgou o caso para alertar sobre o risco do uso de linha chilena ou com cerol em pipa.

Vale ressalta que o uso desse tipo de linha é proibido por lei no Pará, mas, pelo visto, ninguém está obedecendo, já neste início de verão Amazônico, quando aumenta a brincadeira com pipas no estado, os acidentes continuam acontecendo e já com vítima fatal.

De acordo com a mãe da criança, por volta das 18h do último domingo (10/7), ela, o marido e a filha seguiam de bicicleta para uma igreja. A menina ia sentada na parte da frente da bicicleta cargueira.

Ainda segundo a mulher, quando eles viram a pipa, o marido dela freou o máximo que pode, para que a linha não pegasse em cheio o pescoço da menina. Ainda assim, a linha provocou cortes no pescoço de Hadassa. “Tanto que pra salvar a vida da nossa filha, o freio quebrou de tanta força que meu esposo teve que fazer, mesmo assim cortou o pescocinho dela”, relatou a mãe.

Ainda segundo ela, imediatamente eles levaram a filha para o Hospital Municipal da cidade, onde ela foi rapidamente atendida e foi possível salvá-la. A criança está em recuperação e não corre risco de morte.

Segundo a mulher, eles informaram o caso às polícias Civil e Militar, para que providências sejam tomadas, antes que outros acidentes ocorram na cidade. “Tivemos sorte em salvar nossa filha, mas pode ser que outra pessoa não tenha a mesma sorte. Por isso, é importante fiscalizar, para coibir esse tipo de linha, que é mortal”, diz a mulher. (Com informações de Ivan do Portal Marajó e Native News Carajás)

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