Assassino era “namorado” e fez “limpa” na casa de contador

Willik Muriel Teixeira Dutra matou o contador Nilton de Paula Ferreira esganado com cinto e ateou fogo no corpo no quintal da casa da vítima, em Niquelândia
Crédito: Reprodução

Willik Muriel Teixeira Dutra, 19 anos, foi identificado como o homem acusado de matar por asfixia, usando um cinto e ainda tentando carbonizar o corpo, o contador Nilton de Paula Ferreira, 41 anos, conhecido como “Niltin”, no quintal da casa da vítima no último dia 21, na Rua João Paulo II, Bairro Soares, em Niquelândia (305 km da Capital).

O acusado foi preso, numa ação da Polícia Civil, na noite de 10 de junho, em Vila Velha/SP. Com ele foi apreendido joias e dinheiro roubados da vítima. Segundo as investigações, Willik tinha relacionamento amoroso com Nilton e, inclusive, era próximo à família do contador e frequentava a casa.

De acordo com as primeiras informações da polícia, sobre as circunstâncias do crime, Nilton e Willik teriam se encontrado na noite anterior ao crime, quando teriam bebido juntos. Há suspeitas, inclusive, que teriam tido relação sexual.

Em determinado momento, o rapaz teria usado um cinto da própria vítima para esganar. Em seguida, arrastou o corpo para o quintal e ateou fogo. Após o crime, Willik teria roubado diversas joias, como colares, relógio, anéis de ouro e a mochila do contador, além de alguns objetos e uma grande quantidade de dinheiro.

O acusado saiu do endereço no carro do contador, seguiu para região de mata nas proximidades da GO-237, colocou fogo no veículo e abandonou. O assassino permaneceu em Niquelândia por dois dias, depois foi para Anápolis, comprou passagem aérea com documento em nome de um terceiro e viajou para o Espírito Santo, onde foi localizado e preso.

Willik foi interrogado na tarde desta segunda-feira (13), mas permaneceu em silêncio. Ele foi encaminhado para o presídio da cidade e deve ser indiciado por latrocínio e ocultação de cadáver.

As investigações continuam para descobrir se o acusado matou para roubar ou se tem outra motivação, além de apurar se o acusado teve ajuda de terceiros e de quem é o documento usado para fugir do estado. (Com informações do G5News)

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