Irmãs que aplicaram golpes de R$ 600 mil chegam ao Pará

Elas são acusadas pelos crimes de estelionato e associação criminosa, e fizeram pelo menos 20 vítimas no Pará, com um prejuízo estimado em R$ 600 mil.
Crédito: Ilustração

Na manhã desta quinta-feira (2), as irmãs Yonara de Albuquerque Camurça e Christiane de Albuquerque Camurça, que estavam foragidas desde o final do ano passado, foram presas em São Paulo (SP) e chegaram no Aeroporto Internacional de Belém, depois de serem recambiadas. Elas são acusadas pelos crimes de estelionato e associação criminosa, e fizeram pelo menos 20 vítimas no Pará, com um prejuízo estimado em R$ 600 mil.

As investigações começaram há cerca de cinco meses, quando as vítimas, servidores do Ministério Público do Pará (MPPA), procuraram a Seccional da Sacramenta para denunciar o golpe. De acordo com informações da Polícia Civil, as acusadas abriram uma empresa chamada Giocconda Confecções, prometendo um retorno financeiro de 40% por mês a quem investisse no empreendimento.

As vítimas foram ludibriadas e, depois de investir na empresa, sofreram um prejuízo total de cerca de R$ 600 mil. Somente uma das vítimas perdeu R$ 150 mil por conta do golpe. Depois de recolher o dinheiro, as irmãs fugiram para o Estado de São Paulo, no final de 2021, onde estavam morando tranquilamente desde então.

No entanto, após a investigação conjunta da Polícia Civil do Pará (PCPA), Polícia Civil de São Paulo (PCSP) e do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Graeco/PA), Yonara e Christiane foram localizadas e presas na semana passada. Na manhã desta quinta-feira, elas foram recambiadas para o Pará e chegaram por volta das 12h no Aeroporto Internacional de Belém. (Com informações do O Liberal, de Belém)

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