Caso Flordelis: quatro réus são condenados pelo assassinato do pastor Anderson do Carmo

Foram julgados o filho biológico da pastora, Adriano dos Santos Rodrigues, o filho afetivo Carlos Ubiraci Francisco da Silva, o ex-PM Marcos Siqueira Costa e sua esposa Andrea Santos Maia
Foto: Reprodução

O julgamento de quatro réus do caso Flordelis terminou às 9h desta quarta-feira (13), após 22 horas de duração, no Fórum de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, com quatro condenações. O filho afetivo de Flordelis Carlos Ubiraci foi absolvido do homicídio triplamente qualificado e de tentativa de homicídio contra Anderson e foi condenado por associação criminosa, com pena de dois anos e dois meses com início semiaberto.

O filho biológico de Flordelis, Adriano dos Santos foi condenado a quatro anos e seis meses por uso de documento falso e associação criminosa em regime semiaberto.

O ex-policial militar Marcos Siqueira foi condenado a cinco anos e 20 dias de prisão em regime fechado. A sua esposa Andrea Santos, que já tinha cinco passagens pela polícia, foi condenada a quatro anos e três meses em regime semiaberto.

André Luiz de Oliveira, filho afetivo de Flordelis que deveria ser julgado nesta etapa, teve sua data adiada a pedido de seu advogado, alegando um problema de saúde. Ainda não se sabe quando ele será julgado, mas há possibilidades de ser realocado para o julgamento de maio.

Na sessão que vai acontecer no dia 9 de maio, além de Flordelis, também serão julgadas sua filha biológica Simone dos Santos Rodrigues; a neta, Rayane dos Santos Oliveira; e a filha afetiva Marzy Teixeira da Silva.

Relembre

No dia 24 de novembro de 2021, o Tribunal do Júri de Niterói condenou Flávio dos Santos Rodrigues, filho biológico de Flordelis, a 33 anos 2 meses e 20 dias de prisão por homicídio triplamente qualificado. Ele foi denunciado como autor dos disparos contra o pastor Anderson. Na mesma sessão de julgamento, Lucas (o filho que assumiu a culpa pelo assassinato do pastor por meio de uma carta) foi condenado por homicídio triplamente qualificado a nove anos de prisão em regime inicialmente fechado. Ele foi acusado de ter sido o responsável por adquirir a arma usada no assassinato do pastor, mas teve a pena reduzida por ter contribuído com as investigações. (Portal DSebate, com O Dia)

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